ALEGRIA EM HUMILDADE

“Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.” 
(Filipenses 2:3)
O cinema, televisão, mundo dos esportes e da música, falam em “ídolos”, “estrelas”, “reis” e “rainhas” para sintonizar com o desejo das pessoas de serem importantes. Mas, palavras como “ídolos”, “estrelas”, “reis” e “rainhas” não descrevem a alegria da vida cristã. O que é mais importante? Ser uma celebridade ou imitar a Cristo?
A alegria genuína é expressa no tipo de humildade cristã. Entretanto, incomoda quando as pessoas torcem a verdade, traem a confiança e sacrificam a alegria da comunidade no altar da ambição pessoal. Humildade é algo difícil, mas a prática de conceitos vãos (orgulho egoísta) semeia sementes de morte no meio da vida. O orgulho excessivo começou com Adão e Eva e esse mesmo mau fruto é colhido hoje.
Por que temos a tendência de medir nosso valor pessoal em comparação com o sucesso ou o fracasso dos outros? É por que pensamos que a meta maior da vida é a realização pessoal? Ou que viver a vida a custa de outros provocará sentimentos de alegria?
Humildade genuína encontra o verdadeiro valor da vida, não nos padrões humanos de realização pessoal, mas ao ajudar a alegria de Deus penetrar cada coração sem se importar com as circunstâncias ou o caráter.
Somos induzidos ao erro ao medir nosso valor pessoal em comparação com o sucesso ou o fracasso dos outros.
Fonte:Ipc.org.br