A GULA

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: …bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.”(Gálatas 5.19-21).

Geralmente pensamos na gula como o excesso de ingestão calórica. Simplificando, um glutão é alguém que come demais.
Há no mundo todo, hoje em dia, uma preocupação com alimentos mais saudáveis e com o problema da obesidade. Mas o pecado da gula não consiste apenas em comer e ganhar peso. A glutonaria tem a ver com a nossa atitude com relação às coisas que satisfazem nosso estômago e nosso paladar. Tem a ver com quanta atenção, tempo e dinheiro gastamos em coisas que satisfazem as necessidades físicas do nosso corpo. Com que extravagância nos alimentamos, em comparação com o quanto oferecemos a um mundo faminto?
Quanto consumimos? Somos viciados de alguma maneira?
Precisamos questionar nossa atitude diante da comida e da bebida. Precisamos refletir sobre o quanto nosso apetite afeta negativamente nosso relacionamento com Deus e com os outros.
Um dia de jejum pode ser a melhor maneira de termos consciência disso, e pode nos prover um tempo para focalizarmos em Deus. Jesus certamente considerará que este é um tempo bem gasto (ver Mateus 6:16-18).

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